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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Sutilmente...

Bom, agora abordando um assunto diferente da política, vamos falar de Skank.
Skank é uma banda que me chamou a atenção desde o primeiro álbum, com uma mistura de rock e reggae. "Jackie Tequila" não parava de tocar no toca-fitas da minha casa, hehe.
Com o tempo, a banda foi evoluindo, adquirindo sonoridades diferentes, ficando até um pouco, digamos, mais comercial, mas sem perder a qualidade, o que é algo que admiro muito. Versões que não desrespeitam as canções originais (algumas, muito ao contrário), melodias e arranjos bem trabalhados... Skank é agora uma banda madura e com uma certa estabilidade (será que é pecado dizer isso no que se refere ao mundo da música?).
Ontem um amigo me falou sobre o clipe da nova música "Sutilmente"... hoje acordei, sentei-me em frente ao PC e resolvi conferir o tal vídeo.
Assistir ao videoclipe não foi nada menos do que agradavelmente surpreendente... Eu sou muito ligado em tudo o que diz respeito a cinematografia, e esse vídeo realmente é alguma coisa. Várias bandas já fizeram clipes coreografados e sem cortes (1234, da Feist; Around the world, do Daft Punk, etc.), até mesmo ao contrário (Bleed it out, do Linking Park e The scientist, do Cold Play, por exemplo), mas a idéia genial desse clip foi mostrar a banda e os dançarinos de duas perspectivas diferentes no mesmo enquadramento, com uma produção super respeitável e uma fotografia bem adequada.
Sem mais enrolação aí vai o videoclipe e o making off (não deixem de assistir... é quando a gente se surpreende de verdade). Abraços a todos.



domingo, 30 de agosto de 2009

Hoje sim... chega de consternação!

Bom, decidi escrever hoje sobre um assunto que nâo nos cause revolta ou consternação. Há pouco mais de uma semana atrás, subindo a rampa para o centro de estudos do hospital para uma aula, um fragmento da Folha de São Paulo, dobrada sobre o corrimão de cimento, chamou minha atenção através da imagem de um jovem sentado com vários instrumentos ao redor em frente a uma árvore seca, à frente de um fundo que imitava o céu ao crepúsculo. Tratava-se de uma reportagem sobre o mexicano Zach Condon, vocalista e líder da banda Beirut.
Gostei da reportagem e procurei conhecer algo ao chegar em casa. Minha surpresa ao ouvir a música foi da estranheza à incredulidade, e desta ao fascínio (sim, sim... sou dramático mesmo... paciência... coisas de carcamano). Trata-se de uma mistura de ritmos de vários países, que se casam em uma harmonia praticamente inconcebível, sendo os pontos mais marcantes, o violão, a percussão, o acordeon e os instrumentos de sopro. Descobri, então, que o som de Beirut tomava parte na trilha sonora da minissérie Capitu, exibida na Rede Globo. Ao ler críticas e premiações da referida série, busquei assistir à mesma (a insônia, às vezes, faz com que nosso dia pareça ter mais do que 24 horas, hehe). A descrição de impressões acima se mostra também adequada a essa situação (para evitar que o estômago do leitor revire devido a um novo arrombo de pieguice de minha parte, hehe). Com direção de arte incrível, atuações memoráveis e uma inacreditável fusão de teatro com cinema, a série é a melhor e mais fiel adaptação de Dom Casmurro, de Machado de Assis, à qual já tive a oportunidade e o prazer de assistir. A maquiagem e a fotografia são espetáculos à parte. A atmosfera lúdica casa-se perfeitamente com o que se passou por minha mente de adolescente quando li o romance pela primeira vez.
Bom, mais comentários terão espaço aqui em outras oportunidades.
Fazendo votos de uma ótima semana a todos, deixo vocês com imagens de Capitu ao som de Elephant Gun e o sexy e muito bem coreografado videoclipe original da música.



quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Nova mania

Minha nova firula são os novos nomes da mpb. Ando apaixonado pelas vozes das cantoras Roberta Sá (já bem conhecidinha) e CéU. Sou vidrado em vozes femininas. Principalmente quando o assunto é samba, bossa nova e jazz. Acho que o timbre feminino, com suas possibilidades de variação e textura aveludada, combinam mais com o swing e as circunvoluções desses ritmos, digamos, redondos (desculpem pela sinestesia esdrúxula).
Dêm só uma olhada: