Bom, agora abordando um assunto diferente da política, vamos falar de Skank.
Skank é uma banda que me chamou a atenção desde o primeiro álbum, com uma mistura de rock e reggae. "Jackie Tequila" não parava de tocar no toca-fitas da minha casa, hehe.
Com o tempo, a banda foi evoluindo, adquirindo sonoridades diferentes, ficando até um pouco, digamos, mais comercial, mas sem perder a qualidade, o que é algo que admiro muito. Versões que não desrespeitam as canções originais (algumas, muito ao contrário), melodias e arranjos bem trabalhados... Skank é agora uma banda madura e com uma certa estabilidade (será que é pecado dizer isso no que se refere ao mundo da música?).
Ontem um amigo me falou sobre o clipe da nova música "Sutilmente"... hoje acordei, sentei-me em frente ao PC e resolvi conferir o tal vídeo.
Assistir ao videoclipe não foi nada menos do que agradavelmente surpreendente... Eu sou muito ligado em tudo o que diz respeito a cinematografia, e esse vídeo realmente é alguma coisa. Várias bandas já fizeram clipes coreografados e sem cortes (1234, da Feist; Around the world, do Daft Punk, etc.), até mesmo ao contrário (Bleed it out, do Linking Park e The scientist, do Cold Play, por exemplo), mas a idéia genial desse clip foi mostrar a banda e os dançarinos de duas perspectivas diferentes no mesmo enquadramento, com uma produção super respeitável e uma fotografia bem adequada.
Sem mais enrolação aí vai o videoclipe e o making off (não deixem de assistir... é quando a gente se surpreende de verdade). Abraços a todos.
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
domingo, 30 de agosto de 2009
Hoje sim... chega de consternação!
Bom, decidi escrever hoje sobre um assunto que nâo nos cause revolta ou consternação. Há pouco mais de uma semana atrás, subindo a rampa para o centro de estudos do hospital para uma aula, um fragmento da Folha de São Paulo, dobrada sobre o corrimão de cimento, chamou minha atenção através da imagem de um jovem sentado com vários instrumentos ao redor em frente a uma árvore seca, à frente de um fundo que imitava o céu ao crepúsculo. Tratava-se de uma reportagem sobre o mexicano Zach Condon, vocalista e líder da banda Beirut.
Gostei da reportagem e procurei conhecer algo ao chegar em casa. Minha surpresa ao ouvir a música foi da estranheza à incredulidade, e desta ao fascínio (sim, sim... sou dramático mesmo... paciência... coisas de carcamano). Trata-se de uma mistura de ritmos de vários países, que se casam em uma harmonia praticamente inconcebível, sendo os pontos mais marcantes, o violão, a percussão, o acordeon e os instrumentos de sopro. Descobri, então, que o som de Beirut tomava parte na trilha sonora da minissérie Capitu, exibida na Rede Globo. Ao ler críticas e premiações da referida série, busquei assistir à mesma (a insônia, às vezes, faz com que nosso dia pareça ter mais do que 24 horas, hehe). A descrição de impressões acima se mostra também adequada a essa situação (para evitar que o estômago do leitor revire devido a um novo arrombo de pieguice de minha parte, hehe). Com direção de arte incrível, atuações memoráveis e uma inacreditável fusão de teatro com cinema, a série é a melhor e mais fiel adaptação de Dom Casmurro, de Machado de Assis, à qual já tive a oportunidade e o prazer de assistir. A maquiagem e a fotografia são espetáculos à parte. A atmosfera lúdica casa-se perfeitamente com o que se passou por minha mente de adolescente quando li o romance pela primeira vez.
Bom, mais comentários terão espaço aqui em outras oportunidades.
Fazendo votos de uma ótima semana a todos, deixo vocês com imagens de Capitu ao som de Elephant Gun e o sexy e muito bem coreografado videoclipe original da música.
Gostei da reportagem e procurei conhecer algo ao chegar em casa. Minha surpresa ao ouvir a música foi da estranheza à incredulidade, e desta ao fascínio (sim, sim... sou dramático mesmo... paciência... coisas de carcamano). Trata-se de uma mistura de ritmos de vários países, que se casam em uma harmonia praticamente inconcebível, sendo os pontos mais marcantes, o violão, a percussão, o acordeon e os instrumentos de sopro. Descobri, então, que o som de Beirut tomava parte na trilha sonora da minissérie Capitu, exibida na Rede Globo. Ao ler críticas e premiações da referida série, busquei assistir à mesma (a insônia, às vezes, faz com que nosso dia pareça ter mais do que 24 horas, hehe). A descrição de impressões acima se mostra também adequada a essa situação (para evitar que o estômago do leitor revire devido a um novo arrombo de pieguice de minha parte, hehe). Com direção de arte incrível, atuações memoráveis e uma inacreditável fusão de teatro com cinema, a série é a melhor e mais fiel adaptação de Dom Casmurro, de Machado de Assis, à qual já tive a oportunidade e o prazer de assistir. A maquiagem e a fotografia são espetáculos à parte. A atmosfera lúdica casa-se perfeitamente com o que se passou por minha mente de adolescente quando li o romance pela primeira vez.
Bom, mais comentários terão espaço aqui em outras oportunidades.
Fazendo votos de uma ótima semana a todos, deixo vocês com imagens de Capitu ao som de Elephant Gun e o sexy e muito bem coreografado videoclipe original da música.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Nova mania
Minha nova firula são os novos nomes da mpb. Ando apaixonado pelas vozes das cantoras Roberta Sá (já bem conhecidinha) e CéU. Sou vidrado em vozes femininas. Principalmente quando o assunto é samba, bossa nova e jazz. Acho que o timbre feminino, com suas possibilidades de variação e textura aveludada, combinam mais com o swing e as circunvoluções desses ritmos, digamos, redondos (desculpem pela sinestesia esdrúxula).
Dêm só uma olhada:
Dêm só uma olhada:
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